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Nem sei direito onde deixei minhas garras - 100 anos de Wislawa Szymborska
Nem sei direito onde deixei minhas garras - 100 anos de Wislawa Szymborska

Nem sei direito onde deixei minhas garras - 100 anos de Wislawa Szymborska

Data: 29 de junho (quinta-feira) Horário: das 19h

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Local e Horário

29 de jun. de 2023, 19:00 – 20:30 BRT

Livraria da Travessa, R. dos Pinheiros, 513 - Pinheiros, São Paulo - SP, 05422-010, Brasil

Sobre o Evento

EVENTO PRESENCIAL E GRATUITO! 

Celebrando o centenário dessa grande voz da literatura mundial, A Capivara em parceria com a Livraria da Travessa convidam a todos e todas para um encontro em homenagem à Wislawa Szymborska.

Leitura de poemas e bate-papo sobre a obra da poeta polonesa com:

Ana Marta Cattani, Daniela Rezende, Michaela Schmaedel, Natália Agra e Natalia Barros 

Wislawa Szymborska (1923- 2012) é hoje a poeta polonesa mais conhecida fora de seu pais. Depois de ganhar o Nobel em 1996, os livros de Szymborska foram traduzidos em diversas línguas e muito bem aceitos pelo público e pela crítica especializada. Dona de uma poesia que mistura temas importantes - guerras, atentados e crimes contra a humanidade - a um olhar aguçado ao comum, ao que acontece no lugar onde ninguém está olhando, Szymborska conseguiu criar uma poesia inteligente, irônica e densa numa linguagem coloquial. A poeta acreditava que um poema deve sempre causar uma grande surpresa e deve estar vinculado ao tempo em que vivemos. 

  • "Não tente ser poético a qual preço; a poeticidade é chata, porque é sempre secundária. A poesia, como, aliás, toda a literatura, retira suas forças vitais do mundo em que vivemos, das vivências realmente vividas, das experiências realmente sofridas e dos pensamentos que nós mesmos pensamos."  (em Correio Literário, Editora Âyiné, p. 37)

Não deixe de realizar sua inscrição para receber os lembretes do envento!

Ana Marta Cattani é escritora, advogada e mestre em Direito Civil. Pós-graduada pela Formação de Escritores do Instituto Vera Cruz, tem poemas publicados na plaquete coletiva Orquídeas: como cultivar – poemas pela democracia, na coletânea Prêmio Off-Flip de Literatura (selo Off Flip, 2021) e nas revistas Ruído Manifesto, Gueto e Peixe-boi. Selecionada para a residência literária Kaaysá Art Residency/ Tomar Corpo (2019), integra a antologia resultante desta residência: Corpo de Terra (editora Quelônio, 2021). Em 2020, fundou A Capivara (@acapivaracultural), espaço cultural que se dedica às artes da palavra, promovendo cursos de literatura, oficinas de escrita e eventos literários. No prelo, seu livro de estreia Tutano sairá pela Laranja Original.

Daniela Rezende é escritora e artista educadora. Bacharela em história da arte pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e mestre em letras pela Universidade de São Paulo (USP), nasceu e mora em São Paulo. Publicou textos em revistas virtuais e zines. Teve um videopoema apresentado no 4º Concurso de Videopoesia da Desvairada - Feira de Poesia de São Paulo (2020). Integrou o Curso Livre de Preparação de Escritores - CLIPE, pela Casa das Rosas (2021). Pela editora Urutau, lançou Uma mulher só não faz verão (2022).

Michaela Schmaedel é editora de cultura e poeta. Cursou o CLIPE (Curso Livre de Preparação de Escritores), na Casa das Rosas, além de oficinas de escrita com diversos poetas brasileiros. É autora dos livros Coração Cansado (Penalux, 2020), Quênia – poemas de viagem (Cas’a edições, 2021) e Paisagens inclinadas (editora 7letras, 2022). Está na antologia As mulheres poetas na literatura brasileira (Arribaçã, 2021) e é editora do podcast Poesia pros Ouvidos.

Natália Agra  é escritora e editora. Publicou os livros de poesia "De repente a chuva" (Corsário-Satã, 2017) e "Noite de São João" (Corsário-Satã, 2020), publicado também em Portugal pela editora Douda Correria. Publicou o livro infantil "Os balões de Nise" (IOGRAM, 2019). É uma das editoras da Corsário-Satã e uma das organizadoras da Desvairada - Feira de Poesia de São Paulo.

Natalia Barros é poeta, cantora, performer e paisagista. Foi uma das criadoras do grupo XPTO e da banda LUNI. Trabalhou no FANZINE (TV Cultura) e no TELECURSO 2000. Tem três livros publicados: Caligrafias (Ofício das Palavras), Nuvens Ornamentais e A insurreição da flor (Selo Demônio Negro).  Escreve sempre que o bicho pega.

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