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Audre Lorde e Adrienne Rich em tradução de Dulce Veiga #poesiaqueer por Ana Cláudia Romano Ribeiro



Termino minha série de indicações de #poesiaqueer com poemas sobre amores lésbicos e um

mistério. Os poemas compõem uma seleta organizada por Dulce Veiga:


- Poema de amor (Love poem, 1974), Audre Lorde;

- Recre/iação (Recreation, 1978), Audre Lorde;

- Minha boca paira sobre os seus seios (My mouth hovers across your breasts, 1986), Adrienne

Rich;

- Mulher (Woman, 1978), Audre Lorde;

- Poema flutuante, inumerado (Floating poem, unnumbered, 1987), Adrienne Rich;

- Numa noite de lua cheia (On a night of the full moon, 1970), Audre Lorde.


Dulce Veiga assina não apenas a tradução desses poemas, mas também duas colagens que

conversam com os poemas de Audre Lorde. Muito obrigada, Dulce!


Dulce Veiga nasceu em algum dia, nalgum lugar e anda fazendo algumas coisas. Da pouca informação disponível, sabe-se que ela desapareceu há alguns anos, após uma autodescoberta extraordinária. Especula-se que por falta de desconfiômetro, ela escreva, desenhe, pinte e experimente com tudo que está acima de suas capacidades. Às vezes traduz, quase sempre para a namorada Cassandra, na tentativa de dizer aquilo que sozinha não consegue. Sua obra pode ser encontrada numa biblioteca que foi queimada, numa cidade submersa.






















Ana Cláudia Romano Ribeiro escreve, pesquisa, desenha, dá aula, performa. Tudo queer.

Publicou o livro de poemas Ave, semente (Editacuja, 2021), a tradução com introdução e notas da utopia francesa A terra austral conhecida (1676) de Gabriel de Foigny (editora da Unicamp, 2011) e coeditou a revista Morus – Utopia e Renascimento. Atualmente está no prelo sua tradução com introdução e notas da Utopia (1516) de Thomas More (editora da UFPR). Traduziu também os aforismos poéticos Poteaux d’angles (Pilares de canto), de Henri Michaux, e, em projeto coletivo, a peça de teatro Le bleu de l’île (O azul da ilha), de Évelyne Trouillot. Ilustrou A princesa que conseguiu virar moça comum e As cinco Franciscas de Deise Abreu Pacheco (inéditos).







A #poesiaqueer faz parte de nosso projeto de curadorias temáticas, onde convidamos escritoras(es), tradutoras(es) e pesquisadoras(es), para indicar e refletir sobre questões do fazer literário em nossos dias. Confira outras das iniciativas em nosso blog!



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